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terça-feira, 11 de janeiro de 2022
sábado, 6 de março de 2021
domingo, 27 de dezembro de 2020
📄 Lei 15.366, que proíbe fogos de artifício com barulho passa a valer no RS.
💵 Valor da multa para quem descumprir a medida pode ultrapassar os R$ 10 mil.
Confira como ficou o cenário a partir da regulamentação da lei que trata do assunto no Rio Grande do Sul.
Art. 1º Fica regulamentada a Lei nº 15.366, de 05 de novembro de 2019, que proíbe a queima e a soltura de fogos de estampidos e de artifícios, assim como de quaisquer artefatos pirotécnicos festivos de efeito sonoro ruidoso, que ultrapassem os cem decibéis à distância de cem metros de sua deflagração, em todo o território do Estado do Rio Grande do Sul. Parágrafo único. Excetuam-se da proibição prevista no “caput” deste artigo os fogos de vista, assim denominados aqueles que produzem efeitos visuais sem estampido, bem como os dispositivos de uso moral e sonoro de utilização policial e de segurança.
Art. 2º O órgão da Polícia Civil competente pela fiscalização das atividades relacionadas ao uso, ao emprego, ao depósito e ao transporte de produtos controlados, no exercício de suas atribuições relacionadas aos espetáculos pirotécnicos, solicitará que profissional habilitado responsável pelo evento informe os fogos de estampidos e de artifícios ou outros artefatos pirotécnicos que serão empregados e ateste que estes respeitam as limitações previstas no art. 1º deste Decreto.
Art. 3º O descumprimento ao disposto no art. 1º. Deste Decreto acarretará ao infrator a imposição de multa na monta de cento e duas a quinhentas e doze Unidades de Padrão Fiscal – UPFs, conforme a quantidade de fogos utilizados. (mais de R$ 10 mil).
Parágrafo único. O valor da multa será dobrado na hipótese de reincidência, entendendo-se como reincidência o cometimento da mesma infração num período inferior a 30 (trinta) dias.
Art. 4º O Estado poderá firmar convênios com os Municípios para delegação da competência de que trata o art. 3º deste Decreto.
domingo, 13 de dezembro de 2020
A Guarda Negra
Em nome dos cidadãos que, movidos por sentimentos de gratidão e patriotismo, dedicaram suas vidas e sua honra para a Princesa Redentora, protesto contra as difamações e ataques dos homens republicanos de coração sombrio aos honrados homens de cor, declaro que nosso proposito não é criar a anarquia.
A Guarda Negra existe para defender o futuro reinado da Princesa Redentora e a Honra da Raça Negra contra a humilhação daqueles que a odeiam. Restituir ao Homem de Cor o direito de que lhe foi roubado de intervir nos assuntos políticos. Estamos dedicados a lutar pelo governo que no dia 13 de Maio criou uma pátria grande o suficiente para guardar toda nossa gratidão, e lutar contra a vilania dos adeptos da escravidão, que agora estão disfarçados de republicanos. No entanto chegara o dia, quando os cidadãos na raça preta, representando o martírio de três séculos de escravidão, irão encarar a vergonha dos exploradores que por três séculos incitam a nossa vingança" a controvérsia declaração do militante abolicionista e capoeira Clarindo de Almeida, comandante em chefe da Guarda Negra na Gazeta da Tarde. 04 de Janeiro de 1889.
A Guarda Negra era um grupo político de militantes monarquistas, formado em sua totalidade por capoeiras negros que combatiam violentamente o crescente Movimento Republicano nas Cidades do então Império do Brasil, sob a liderança do chefe capoeira Clarindo de Almeida, e o jornalista José do Patrocínio. O Movimento acabou logo após a Proclamação da República sob dura repressão dos Governos de Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.
Fonte:The Brazilian Black Guard: Racial Conflict in Post-Abolition Brazil.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
Projeto TAMPETZ
CENTRO UNIVERSITÁRIO RITTER DOS REIS
LAUREATE INTERNATIONAL UNIVERSITIES
FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO
Laboratório de Gestão: Empreendedorismo Social
Prática Profissional em Negócios I
G.A.T.A. – Grupo de Amigos e Tratadores de Animais
Indiara Nunes Reisdorfer
Léo Conter Maino
Nathania de Oliveira
Nicole Duarte Soares
Tatiele Salgado Olivera
Yzathis Machado da cunha
PORTO ALEGRE, 2020
Sumário
CAPÍTULO 1 – AMBIENTE SOCIO EMPRESARIAL ..................................................3
1.1 Histórico Organizacional ................................................................................3
1.2 Norteadores Institucionais..............................................................................3
1.2.1 Missão e Visão ........................................................................................3
1.2.2 Valores ....................................................................................................4
1.3 Stakeholders ..................................................................................................5
1.4 Diferenciais Competitivos...............................................................................5
1.5 Evidências na prática .....................................................................................5
1.5.1 Oportunidades .........................................................................................7
CAPÍTULO 2 – DESENHO DO PROJETO..................................................................8
2.1 Ideação do Projeto .........................................................................................8
2.2 Inputs (Realidade)..........................................................................................8
2.2.1 Árvore de Problemas do Projeto, com indicação de causas e efeitos ...10
2.3 Intervenções.................................................................................................10
2.3.1 Quadro Lógico .......................................................................................11
2.4 Públicos........................................................................................................12
2.4.1 Personas ...............................................................................................12
2.4.2 Mapas de Empatia.................................................................................13
2.5 Outputs.........................................................................................................15
CAPÍTULO 1 – AMBIENTE SOCIO EMPRESARIAL
1.1
Histórico Organizacional
O GATA (Grupo de Amigos e Tratadores dos Animais), teve sua origem na
cidade de Esteio, no dia 04 de dezembro de 2003, devido à preocupação constante
de seus fundadores com o abandono dos animais.
As fundadoras Maria de Fátima de Oliveira Ramos e Diva Pereira resolveram que
poderiam fazer mais pelos animais, sempre defenderam a causa animal e juntas
teriam mais força e voz ativa, para continuar lutando pela causa.
O primeiro projeto criado pelas fundadoras foi a castração dos animais de rua e
também de animais de pessoas de baixa renda. Esse projeto já castrou mais de 7 mil
animais, assim evitando a proliferação de animais nas ruas de Esteio.
Além da ajuda com a castração dos animais, são oferecidas palestras a sociedade,
não só em Esteio, mas também em Porto Alegre e região, afim de conscientizar a
população da importância do meio ambiente em nossas vidas, e como podemos
ajudar os animais.
Hoje com 17 anos de existência a ONG faz campanhas como brechós solidários,
arrecadação de roupas para aquecer os animais de rua, conta com colaboradores que
acolhem os animais de rua em suas casas até encontrarem o lar para os mesmos.
Faz parceria com outras ONGs de proteção de animais, tudo em prol da causa animal.
1.2
Norteadores Institucionais
1.2.1 Missão e Visão
Em entrevista com o vice presidente da ONG, Giovanni Gomes Streletcki, ele
respondeu que a “GATA é uma é uma organização não governamental - ONG, sem
fins lucrativos, sediada no município de Esteio que iniciou suas atividades no dia 4 de
dezembro de 2003 e tem como bandeira principal a defesa dos direitos dos animais.”.
Sua missão e visão são, através de um projeto de castração de animais de rua
que também beneficia animais tutelados por pessoas que comprovem baixa renda,
diminuir a circulação de animais nas ruas.
1.2.2 Valores
“Atualmente já foram esterilizados aproximadamente 7.000 animais que se
reproduzem de três a quatro vezes ao ano, resultando em milhares de animais que
deixaram de circular pelas ruas de Esteio. (...) em um ano cada um será responsável
pelo nascimento de aproximadamente 12 animais, por isso a grande proliferação de
animais que acabam sendo abandonados nas ruas da cidade. Daí a importância de
castrá-los.
Aliada a esta preocupação, o grupo G.A.T.A. faz palestras educativas em
escolas, associação de moradores e comunidade em geral, em várias cidades da
Grande Porto Alegre, sempre pautando a importância da educação ambiental.
Também é um caso de saúde pública, no qual este tema se enquadra. Orienta a
população sobre as dúvidas sobre o assunto relacionado com suas atividades.”
Trecho retirado do blog da ONG acessado no dia 23 de setembro de 2020.
Figura 1: Efeito Piramidal
Fonte: http://ongataesteiors.blogspot.com/
1.3
Stakeholders
Quadro 1: Stakeholders
1.4 Diferenciais Competitivos
É comum que por ser um trabalho rigoroso e uma causa que não é muito
conhecida e que quando procuramos ajuda dos poderes públicos, não encontramos,
muitas ONGs não se interessem pelas políticas públicas voltadas para a causa animal.
Sendo assim, a ONG Grupo de Amigos e Tratadores dos Animais GATA se diferencia
pois além de ser um trabalho voluntário, ela se preocupa em fiscalizar e pressionar o
poder público para o avanço dessas políticas.
1.5
Evidências na prática
A ONG realiza reuniões mensais a fim de ajudar os animais de rua e também
na castração dos animais de famílias de baixa renda.
Realiza brechós e feira de doação de animais e está contando com uma nova
parceria junto a universidade UniRitter, com essa parceria serão arrecadadas
tampinhas de garrafa PET, afim de arrecadar fundos para a Ong, esses recursos
vão ser destinados a medicação e compra de ração.
O trabalho realizado pelos colaboradores da G.A.T.A é inteiramente voluntário e não
ganham nenhum valor para executar o mesmo.
Foto 1: Reunião de gestores para prestação de contas e
assuntos relacionados a causa animal.
Fonte: http://ongataesteiors.blogspot.com/2015/05/que-somos.h
Figura 2: Campanha de arrecadação de tampinhas
Fonte:
https://www.facebook.com/307289159419177/posts/1868595516621859/?sfnsn=wiwspwa&extid=bUMtjnrVgqBl82jY
Foto 2: Participantes durante o brechó, organizado para juntar fundos.
Fonte: http://ongataesteiors.blogspot.com/
1.5.1 Oportunidades
Ao fazer uma análise da ONG GATA, o grupo encontrou a oportunidade de
gerar um projeto sustentável para ser revertido monetariamente, ajudando nos custos
de rações, medicamentos, tratamento, entre outros recursos que a ONG demanda.
A ONG além de abraçar a causa animal, ela tem o seu projeto de educação
ambiental para sociedade dentro das escolas e nas comunidades de Esteio. O nosso
Projeto Tampetz será desenvolvido em diversos pontos de coletas de tampinhas de
garrafas PET que serão revertidos em valores para ajuda de custo, levando para
dentro da ONG, mais uma causa para ser abraçada.
CAPÍTULO 2 – DESENHO DO PROJETO
2.1
Ideação do Projeto
O projeto foi elaborado inicialmente com o objetivo de proporcionar a ONG
G.A.T.A uma ajuda voluntária na divulgação de adoção dos animais resgatados. A
ONG abraça a causa animal e ambiental, os participantes e os voluntários trabalham
com o resgate de animais das ruas, oferecem tratamento, castração, moradia e
alimento. Evitando a proliferação de novos animais abandonados. E proporciona aos
jovens palestras sobre educação ambiental dentro de escolas e nas comunidades de
Esteio.
Com base nas informações da ONG, identificamos que é possível
complementar o nosso projeto de forma sustentável, com a coleta de tampinhas de
garrafas plástica, gerando um retorno financeiro para ajudar nos custos da ONG e
promovendo a divulgação nos pontos de coletas.
2.2
Inputs (Realidade)
Conversamos com diversos voluntarios da ONG gata durante inicio do mês de
outubro, para compreendermos melhor o cenário de atuação da instituição na cidade
de Esteio. Ultilizamos como foram de comunicação as ferramentas Whats App, Zoom
e via telefone. Elaboramos um roteiro para entrevista-los, buscando caracteristicas
comuns e incomuns entre eles, buscando visar o que os levou para o voluntariado.
Foram utilizadas como roteiro para as entrevistas as seguintes questões:
1) Qual o seu nome?
2) Em qual cidade você mora?
3) Desde quando você mora em “Esteio”?
4) Qual a sua idade?
5) Qual a sua profissão?
6) Há quanto tempo você conhece a ONG GATA?
7) Qual a sua relação com a ONG?
8) Como você costuma ajudar a ONG GATA?
9) Conhecendo a ONG, quais as principais dificuldades que a ONG tem
enfrentado em relação ao apoiar a causa animal?(exemplo, tratamento com
medicação, alimento, moradia)
10)Você e sua família costumam tomar refrigerantes ou outras bebidas de garrafas
plásticas?
11)O que você acha sobre o projeto das tampinhas para ajudar a ONG?
12)Você estaria disposto a colocar um ponto de coleta de tampinhas na sua casa,
ou estabelecer vínculos com estabelecimentos da comunidade para criar os
pontos de coletas das tampinhas para ajudara a ONG?
13) Como você acha que vai impactar as pessoas da comunidade quando elas
verem a divulgação da ONG nos pontos de coletas das tampinhas?
Abaixo, segue análise realizada após entrevista:
Voluntario 1
Marilene Zonta da Silva, 66 anos, professora aposentada.
Moradora de Esteio – RS.
É voluntaria da ONG GATA há mais de 12 anos. Ela auxilia a organização na
adoçao de filhotes e adultos, no transporte dos pets até o evento quando são
realizados. Marilene dedica seu tempo com a tele-busca de pets e de lar temporário
para os animais, auxilia na compra de medicamentos em caso de enfermidades e
principalemente com ração para familias de baixa renda que possuem animais de
estimação.
O hábito de juntar tampinhas já era excercido por Marilene. Ficou contente em
ver a parceria da ONG com o projeto Tampetz. A mesma, tem disponibilidade para
conseguir locais de coleta e em dia pré estabelecido, fazer a coleta e encaminhar,
juntamente com a presidente Maria de Lurdes, para a venda das mesmas. Mencionou
que aqui em Esteio, desconhece estabelecimentos que façam esse tipo de coleta,
mas acredita que será bem aceito, pela comunidade.
Voluntário 2
Giovanni Gomes Streletcki, 48 anos, servidor público.
Morador de Esteio- RS há 22 anos.
Atualmente, vice presidente da ONG GATA. Giovanni ja ocupou o cargo de
presidente durante os anos de 2015, 2017 e 2019. Sua relação com a instituição tem
cerca 12 anos. Ele busca ajudar a ONG através das midias sociais, divulgando e
administrando o blog, a página do Facebook e demais redes de comunicação da
entidade. Busca também parcerias com o governo, empressas privadas, comércio,
instituições educacionais e etc.
Os maiores problemas enfrentados pela ONG gata são:
• Despesas com medicamentos
• Cirurgias
• Tratamentos
• Ração para os animais comunitários (de rua)
• Abandono de filhos em praças/terrenos baldios
Esses problemas relatados, desencadeiam uma série de custos para
instituição. Todos os meios de ajuda são aceitos, sejam eles presencialmente,
financeiramente ou com a compra de medicamentos e apoio logistico dos voluntários.
Giovanni e sua família ja possuem o hábito da coleta de tampinhas plasticas
em sua residência. Desde o início do projeto Tampetz, demonstrou grande interesse
nesta parceria, para não somente arrecadação de dinheiro, mas sim, de conscientização do trabalho excercido pela ONG as demais pessoas. Giovanni esta
disposto para pontos de coleta em sua residênciae também à encontrar demais locais
públicos para arrecadação. É muito importante, dentro desse projeto, a divulgação da
ONG GATA e como as pessoas podem ajudar, seja com adoção de animais ou com
doação das tampinhas descartadas.
2.2.1 Árvore de Problemas do Projeto, com indicação de causas e efeitos
Segue abaixo de forma ilustrada, o modelo da árvore dos problemas relatados
nas entrevistas. Destacamos também as principais causas e as consequências
ocasionadas.
Figura 3: Árvore de Problemas
2.3
Intervenções
Visando os problemas já citados, as atividades adotadas pelo projeto visam,
tanto a arrecadação de fundos para ajudar na maioria das dificuldades que a ONG
enfrenta, quanto na divulgação da mesma afetando a falta de conhecimento que as
pessoas têm da ONG GATA.
Além de tudo isso, com a coleta das tampinhas plásticas, vimos uma forma de
ajudar o planeta também.
2.3.1 Quadro Lógico
O Quadro lógico especifica indicadores e metas, que nos auxiliarão no decorrer
do projeto na ONG GATA. Definiremos todas as intervenções (atividades), além de
analisar e descrever as mudanças que o projeto deseja alcançar.
Como principais atividades identificamos que devemos distribuir pontos de
coletas pela cidade ou locais que já exercem apoio à ONG, como as casas de
voluntários, por exemplo. Também cadastraremos a ONG em um projeto chamado
“Tampinha Legal”. Após muita pesquisa e procura, percebemos que fazer parceria
com este projeto é a melhor e mais prática solução.
A seguir demonstramos no Quadro Lógico mais detalhes de toda a idealização
do projeto.
Quadro 2: Quadro Lógico
sábado, 5 de dezembro de 2020
Causa Animal é um dos temas abordados com moradores do residencial Parque dos Sabiá.
Estive hoje na parte da manhã na Escola EMEI Parque do Sabiá, a convite do Pres. da Associação dos moradores do residencial Parque dos Sabiá Sr. Ademir.
Para tratar de assuntos relacionados aos cães que circulam pelas ruas e avanção nas pessoas.
O objetivo do encontro é ORIENTAR, CONCIENTIZAR os moradores quanto a CAUSA ANIMAL, DENÚNCIAS, ANIMAIS COMUNITÁRIOS, LEIS.
Dentre os assuntos tratados, ABANDONO DE ANIMAIS,CASTRAÇÕES, RESPONSABILIDADES dos que tem animais em casa (domiciliados), como fazer PROTOCOLOS, de DENÚNCIAS, de solicitações de atendimentos veterinarios e castrações "GRATUITAS" para animais COMINITARIOS e familias de BAIXA RENDA, de animais SOLTOS nas ruas (agressivos).
Será AGENDADA uma AUDIÊNCIA PÚBLICA para tratar os temas:
✅ Causa Animal;
✅ Meio Ambiente;
✅ Segurança;
✅ E outros temas que surgirem.
Será convidado integrantes do EXECUTIVO,LEGISLATIVO e para a audiência pública.
sábado, 28 de novembro de 2020
Reivindicações dos Esteienses mudam a História na Dalva de Oliveira.
🗑♻️ Para tentar reduzir um dos principais problemas da Rua Dalva de Oliveira, tanto REIVINDICADO pelos ESTEIENSES, o descarte de forma irregular de lixo, entulhos e outros dejetos sobre a via ou no terreno em seu entorno, a Prefeitura de Esteio instalou, na terça-feira (24), cinco contêineres do Ecolegal na esquina da via do Parque Primavera com a Estrada do Boqueirão.
Placas colocadas indicam quais tipos de materiais podem ser descartados, como galhos, madeiras e grama, rejeitos volumosos (móveis), resíduos da construção civil e até mesmo lixo doméstico, ainda que a região seja atendida pelo caminhão que faz o recolhimento desses detritos e, também, pela coleta seletiva. Um recuo foi construído especialmente para facilitar o descarte sem atrapalhar a circulação de veículos.
Essa medida integra uma série de ações promovidas pela Prefeitura neste ano e que mudaram o aspecto da rua, utilizada como ponto de travessia entre o Jardim Planalto e o Parque Primavera, que, antes, não tinha canalização, pavimentação ou passeio público. As melhorias de infraestrutura no local foram viabilizadas após a Administração Municipal receber a doação da área ocupada pela rua, que, anteriormente, era propriedade privada.
A primeira medida foi a instalação de canos para escoamento da água pluvial, realizada entre maio e junho. Depois, foi feita a marcação da pista de circulação de veículos, com a colocação de meios-fios. Em agosto, foi concluído o asfaltamento e realizada a construção da calçada.
A Prefeitura de Esteio também disponibiliza papa-entulhos do Ecolegal em outros sete pontos da cidade (veja os endereços abaixo). Periodicamente, é feita a substituição dos contêineres cheios por outros vazios, dando o encaminhando correto aos materiais recolhidos.
✳ Restos de obras, madeiras, podas de árvores, móveis velhos, bateria de celular, pilhas em geral, óleo de cozinha usado e todos os recicláveis (metais, vidros, plásticos, papéis e eletrônicos, entre outros) podem ser descartados, de graça, no Ecoponto do Bairro Olímpica, localizado na Rua da Paz, próximo ao Cemitério 2 de Novembro (aberto de segunda-feira a sábado, das 8h às 11h30min e das 13h às 17h). Restos de construção civil, podas de árvore e madeiras também podem ser descartados no Ecoponto do Novo Esteio, que fica na Rua Monteiro Lobato, próximo à esquina com a Av. Rio Branco (de segunda-feira a sábado, das 8h15min às 11h e das 13h às 17h).
✳ Somente pessoas físicas podem utilizar os serviços, restrito a 1 m³ por pessoa por mês (para comparação, é o volume equivalente a uma caixa d'água de 1 mil litros). No caso de empresas, de materiais que não são aceitos no Ecoponto ou no Ecolegal, ou para medidas maiores a 1 m³, será necessário fazer o descarte adequado de seus resíduos através de outros meios, contratando serviços particulares com, por exemplo, tele-entulho.
🚫📱 Descartar resíduos em áreas públicas ou terrenos baldios particulares é crime e pode gerar multa. No caso de flagrantes de pessoas depositando material em área irregular, a denúncia pode ser feita para a Patrulha Integrada de Proteção Ambiental (Pipa) pelo DisquEsteio (0800-541-0400) ou pelo telefone da Guarda Municipal (153).
♻️ Ecoponto
✅ Bairro Olímpica
Onde: Rua da Paz, próximo ao Cemitério 2 de Novembro
Atendimento: de segunda-feira a sábado, das 8h às 11h30min e das 13h às 17h
O que pode ser descartado: Resíduos de construção civil, podas de árvores (galhos), madeiras, móveis velhos, bateria de celular, pilhas em geral, óleo de cozinha usado e recicláveis (metais, vidros, plásticos, papéis e eletrônicos, entre outros)
✅ Novo Esteio
Onde: Rua Monteiro Lobato, próximo à esquina com a Av. Rio Branco
Atendimento: de segunda-feira a sábado, das 8h15min às 11h e das 13h às 17h
O que pode ser descartado: Resíduos de construção civil, podas de árvores (galhos) e madeiras
♻️ Ecolegal
✅ Rua Dalva de Oliveira, esquina com a Estrada do Boqueirão
✅ Canteiro central da Avenida João Frainer, em frente ao número 1131 (próximo à esquina com a Avenida Garcia Lorca) – Santo Inácio
✅ Canteiro central da Avenida João Frainer, 103 - Santo Inácio
✅ Rua Rio Grande, rótula da Avenida Brasil
✅ Rua Alvício Nienow, esquina com a Rua Erico Verissimo
✅ Campo de futebol da Vila Cruzeiro
✅ Rua 8 de Março (campo de futebol)
✅ Campo de futebol do Ouro Verde (Vila Esperança)
Esteio inicia implantação da coleta seletiva em 80 prédios públicos no municipio
Município consorciado ao Pró-Sinos avança na capacitação de servidores e na identificação das lixeiras para separação e destino correto de resíduos orgânicos e recicláveis
Desenvolver a consciência ambiental e promover a sustentabilidade são dois importantes benefícios da gestão de resíduos sólidos — considerado um dos quatro eixos do saneamento básico. Consorciado ao Pró-Sinos, o município de Esteio deu início à implantação da coleta seletiva nos prédios públicos da cidade. Ao todo, são cerca de 80 prédios, entre escolas municipais, unidades de saúde, sedes das secretarias de governo e outros. Os locais passarão a separar os resíduos gerados nesses ambientes e dar a destinação adequada.
Além de diminuir o impacto dos resíduos sobre o meio ambiente e estar de acordo com o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a medida traz outros ganhos. “Do ponto de vista econômico, é positivo, pois não se destinará mais um volume tão grande de resíduos para o aterro sanitário. E também há a ampliação da geração de renda para as famílias da cooperativa de recicladores de Esteio, que recebem o material reciclável”, destaca o secretário de Meio Ambiente de Esteio, William Papi da Silva.
Publicidade
Na primeira etapa, foi realizado um diagnóstico com a avaliação de todos os prédios públicos da cidade e as necessidades de alteração. Esse estudo dará origem a um plano de gerenciamento com objetivos, metas e prazos para o cumprimento das ações. Atualmente, os servidores municipais estão passando por capacitação. Um curso online foi disponibilizado a todos os colaboradores e, em casos específicos, há formação presencial. “O Pró-Sinos auxiliou o Departamento de Educação Ambiental de Esteio na construção do conteúdo do curso de capacitação e o material foi disponibilizado no canal do consórcio no YouTube”, explica a coordenadora do Programa Permanente de Educação do Pró-Sinos, Aline Paez. Ela mediou uma discussão sobre a prática de implantação do plano, que teve ainda esclarecimentos da coordenadora de Educação Ambiental, Daniela Tomaz.
Orientação e qualificação
Cada um dos 80 prédios terá dois colaboradores destacados para serem os agentes socioambientais à frente da implementação do plano. Eles serão multiplicadores e vão verificar o andamento do trabalho. Além da sensibilização, os servidores contam com um manual prático de gestão de resíduos nos prédios públicos, que será uma ferramenta permanente para orientação. O Paço Municipal e as secretarias farão parte do projeto piloto, e, depois, haverá a ampliação para os demais endereços. Alguns locais já receberam os materiais para a identificação das lixeiras e, em outros, está sendo feito o levantamento para identificar quantas deverão ser adquiridas.
Inicialmente, haverá separação entre rejeito e material reciclável. Posteriormente, para os resíduos orgânicos compostáveis, um outro projeto piloto será realizado para criação de vermicompostagem nas secretarias de meio ambiente, obras, educação, saúde e Paço Municipal. A decomposição desses resíduos orgânicos deverá gerar adubo e um fertilizante natural, que poderá ser utilizado no próprio viveiro municipal e outras ações no município. Mais adiante, haverá coleta também de pilhas, baterias e bitucas de cigarro.
Como a sede do Pró-Sinos está localizada no Paço Municipal, os integrantes do consórcio também estão engajados, auxiliando os demais agentes na identificação das lixeiras e no esclarecimento de dúvidas. “Vamos realizar, ainda, um momento de formação com os colaboradores da limpeza e fazer uma exposição com o material de educação ambiental do consórcio no saguão da prefeitura para que os servidores e o público externo possam saber mais sobre a correta gestão de resíduos”, explica Aline. “É bastante simbólico a população ser sensibilizada a fazer a sua parte e separar corretamente o resíduo produzido em casa sabendo que o poder público já adotou essa prática e demonstra que é possível e que os resultados são extremamente positivos”, finaliza o secretário.
quarta-feira, 7 de outubro de 2020
Projeto de lei do vereador Zidiel Coutinho (PV) de Cuiabá, prevê instalação de redes de contenção para evitar poluição em rios
A implantação destas redes deverá ser realizada pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, caso o projeto seja aprovado e sancionado pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).
O projeto de lei ainda dispõe que o lixo recolhido pelas redes de contenção deverão ser encaminhados para uma central de separação onde será processados os resíduos biodegradáveis, transformando-os em adubos. Ambas as secretarias estarão permitidas a realizar convênios com iniciativas privadas para que a lei seja implantada.
Na justificativa utilizada pelo autor do projeto, o vereador Zidiel Coutinho (PV) usa como exemplo a cidade Kwinana, onde é utilizada a rede com a mesma finalidade. O projeto na cidade australiana foi implantado em março de 2019 e até o momento foram recolhidos 370 kg de lixo, como embalagens de comida, garrafas e folhas de árvore.
quinta-feira, 1 de outubro de 2020
Praça da Juventude de Esteio esta aberta novamente a comunidade.
O sec.De Cultura, Esporte e Lazer (SMCEL) Luiz Fernando da Silva Cheruti esteve no local passando as orientações de como funcionará a praça neste periodo de pandemia.
Esta semana as atividades externas serão das 8h ás 18h com o portão da João Paulo I abertos .
Apartir de segunda-Feira será das 8h às 22h.
A coo.Da Praça da Juventude Carmem Aguiar Pacheco convida a comunidade a voltar as atividades externas deste espaço dos Esteienses.
Será feita uma reunião para tratar do retorno gradativo das atividades internas obedecendo as medidadas do protocolo do COVID-19.
Os servidores Roque(Pintor) e José (ferrinho-pedreiro) da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos (SMOSU), foram nossos parceiros na restauração da praça da juventude.
📄 Protocolos para atividades nos estabelecimentos de atendimento ao público na PME:
1-Uso de EPIS:
1.1- Máscara é de uso obirgatório para todos os cidadãos em todos os lugares;
1.2- Protetor Facial- é recomendado para quem atende diretamente ao público,
junto com a máscara- nunca sozinho;
OBS: Importante ressaltar que as máscaras que distribuímos são para os servidores, pois a população tem as suas, e ainda, que as máscaras cirúrgicas são para uso único e as máscaras dos modelos PFF1, PFF2 ou N95, tem uso de até 15 dias se não estiverem muito úmidas, rasgadas ou amassadas e devem ser guardadas sempre de forma individual em recepiente seco e fechado.
O descarte deverá ser em sacos específicos para lixo infectado ou juntadas num único lixo e depois descartadas em lixo infectado; (podem ser trazidas para as SMS;
1.3- Álcool 70%- (Gel ou líquido) Deverá ser oferecido no ingresso de cada sala/ambiente de trabalho e no atendimento ao público. Serve para higienização das superfícies nos ambiente(mesas, cadeiras, bancos, vasos sanitários, veículos, etc) e para mãos (não substiui a lavagem das mãos);
2-Sobre os ambinetes:
2.1- Manter portas e janelas abertas em todos os ambientes,
2.2- Manter distanciamento de 1,5m mesmo quando as pessoas pessoas estiverem usando EPI;
2.3- Água Sanitária - usada na higienização de pisos, cadeiras, bancos, banheiros, vasos sanitários, paredes, veículos, etc;
3-Sobre luvas e lavagem das mãos:
Há indicação de luvas somente para situação em que ouver o manuseio de secreções oro-faríngeas, na realização de curativos, na realização outros porcedimentos invasivos ou em contato com secreções.
A lavagem regular das mãos deve ser com sabonete líquido que resolve a ação de afastamento do vírus neste local;
Evitar sempre levar as mãos (com ou sem luvas) para olhos, boca e nariz;
4-Sobre o termômetro:
Recomendamos o uso do termômetro somente em locais onde o acesso for para público onde haja um grande fluxo de circulação de pessoas com medida de traigem (ex: escolas, supermercados, estádios, feiras, ect). Não há obrigação de uso do termômetro em todos os estabelecimentos.
Não estamos usando este item para fins de acesso e atendimento nos setores onde há o ingresso esparço de público.
5- Outras medidas MUITO importantes:










































