quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Humilhação é uma grande graça para o crescimento


2 Coríntios 12: 7. E, para que me não exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de não me exaltar. 8. Acerca do qual três vezes orei ao Senhor, para que se desviasse de mim. 9. E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. 10. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então, sou forte.
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terça-feira, 21 de agosto de 2018

Quem desvia dinheiro público é 'GENOCÍDIO PURO ".

 quem desvia dinheiro público, tem que a ser responsabilizado pelas mortes decorrentes por falta dele para medicamentos que deveriam ser fornecidos, mas falta, por falta de atendimentos, cirurgias , médicos, exames, em fim o dinheiro ROUBADO causara MORTES da POPULAÇÃO é 'GENOCÍDIO PURO ".







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sábado, 18 de agosto de 2018

DONA PALMIRA PIONEIRA DEFENSORA DOS ANIMAIS NO RS


Palmira Gobbi (Dona Palmira)
⭐04/04/1909 - ✝️10/11/1979



O pai, Virgílio, era italiano como São Francisco de Assis. A mãe era Dolores, e espanhola como Dolores Ibárruri, aquela conhecida pelo apelido de La Pasionaria e pela frase "Nó pasarán!". A mistura resultou na ternura e na personalidade forte da filha Palmira. Palmira Gobbi, como ficou conhecida. Pioneira na defesa dos animais aqui no Rio Grande do Sul, ela dispensava todo o carinho do mundo aos bichos – e toda a intransigência do universo aos malvados que os maltratavam. Se dependesse dela, estes últimos não passariam impunes mesmo. A carroceiros que chicoteavam os seus próprios cavalos, ela desafiava a suportar igual suplício.



DONA PALMIRA DEFENSORA DOS ANIMAIS




Dona Palmira Gobbi, nascida em Porto Alegre, no dia 4 de abril de 1909, foi precursora na defesa dos animais. A Associação Riograndense de Proteção aos Animais (Arpa), fundada por um grupo em 13 de maio de 1949, funcionou primeiramente na sala 23 do Mercado Público, onde Palmira buscou respaldo para coibir maus-tratos a animais.
Logo, ela foi eleita presidente da entidade, cargo em que ficou até 1979, quando morreu. Havia vários colaboradores e, com o apoio da Polícia Civil, eram expedidas carteiras de fiscais, que tinham o direito de apreender animais que sofriam crueldades. O embasamento era o decreto-lei nº 24.645, que dispunha sobre maus-tratos.
Um soldado e um servidor da prefeitura foram designados para o atendimento, além de veterinários, entre eles Rheno Lorenzoni, Pacífico Machado Netto e Giovani Valentin. Em seguida, surgiu a ideia da construção de um hospital e de uma sede própria para a entidade. Palmira conseguiu um terreno na Rua Freitas e Castro (antiga Cabo Rocha), 172, onde há uma pedra fundamental em que está pactuado que o local era exclusivamente para atender animais.
Restava, então, a construção do prédio, feita com doações de empresas de material de construção, donativos de simpatizantes da causa e contribuições pequenas dos sócios. Tudo devidamente registrado em um livro. Levou algum tempo para a obra ser finalizada. Nesse período, a sala 23 foi substituída pela sala 5 dos altos do Mercado Público.
Dona Palmira participava de inúmeros programas de rádio, em que relatava os maus-tratos aos animais e as punições aos infratores. Todas as terças-feiras, havia uma reunião que ela presidia juntamente com os fiscais, o soldado cedido pela BM. Em casos graves, como espancamento até a morte de cavalos, os infratores eram conduzidos pela Rádio Patrulha para prestarem depoimento. Posteriormente, eram processados.
Dona Palmira era conhecida em todo o Estado. Na sua casa, na Rua Itororó, 131, no Menino Deus, abrigava cães e gatos abandonados. A alimentação dos bichos era custeada por ela, que comprava as sobras de carne das churrascarias. Os clubes colaboravam, separando os restos por preços módicos. Os cavalos apreendidos eram cuidados por dois moradores de rua, que tinham abrigo próximo ao Beira-Rio e recebiam de Dona Palmira alimentação e roupas.
Quando o infrator vinha recuperar o animal – algo que só ocorria se constatado que havia se conscientizado – pagava uma taxa para os cuidadores. Era uma forma de premiar quem cuidava dos animais.
O lado ferrenho e a ternura da defensora Dona Palmira tinha um lado ferrenho. Do carroceiro que vinha espancando o animal, tirava o relho e o ameaçava dizendo: “Gostas de bater? Então, seja homem e venha experimentar!” Se o animal estivesse magro, sem ferraduras ou com feridas, ela parava o condutor, mandava-o desatrelar o animal e, com o apoio da Rádio Patrulha e da Brigada Militar, recolhia o cavalo e deixava a carroça em local que não perturbasse o trânsito para que o malfeitor fosse retirá-la. O que interessava era o animal. Os relhos, chicotes, paus e ferros apreendidos eram guardados e, anualmente, fazia-se uma fogueira com os objetos.
Uma particularidade que só quem conviveu com Palmira sabe: quando mandava deter um infrator, se esse falasse que gostaria de avisar a mãe, ela, sem demonstrar, aflorava o lado terno da grande filha, mãe e companheira, e dava um jeitinho, ligando para a delegacia para pedir que o delegado fosse breve na detenção do indivíduo porque uma mãe estaria sofrendo.

Coisas de Dona Palmira.
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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

8 de agosto: hoje é o 'Dia Internacional do Gato'

O Dia Internacional do Gato é celebrado em 8 de agosto desde 2002 e foi definido pela IFAW - International Fund for Animal Welfare (Fundo Internacional Para o Bem-Estar Animal). Um bom momento para refletirmos sobre o comportamento felino e derrubarmos certos mitos, além de compreender melhor o estilo de vida dos gatos . 


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domingo, 5 de agosto de 2018

Tabela de vacinação para Cães


Os cachorros adultos que nunca foram vacinados ou os filhotes que já passaram da época correta de vacinar precisam receber três doses de vacina múltipla (com intervalo de 21 dias entre elas) e uma dose de vacina anti-rábica. Isso também vale para cães “desconhecidos”, quando não se sabe se foram vacinados um dia. Ou seja, as vacinas V8 ou V10 devem ser dadas quando o cão tiver, respectivamente, 45, 66 e 87 dias de vida. Ao completar 129 dias de vida, os filhotes devem tomar a vacina contra a raiva, garantindo a imunidade de mais uma doença. Ambas as vacinas (v8 + raiva) devem ser refeitas todo ano.

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quarta-feira, 25 de julho de 2018

Eu tenho que quem desvia dinheiro público, tem que a ser responsabilizado pelas mortes decorrentes por falta dele para medicamentos que deveriam ser fornecidos, mas falta, por falta de atendimentos, cirurgias , médicos, exames, em fim o dinheiro ROUBADO causara MORTES da POPULAÇÃO é 'GENOCÍDIO PURO ".
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sábado, 21 de julho de 2018

Abandonar animais é CRIME!

" os animais são seres sencientes, ou seja, eles têm capacidade emocional para sentir ,dor, medo, prazer, alegria ,tristeza,amor,estresse, solidão,além de terem memória e até mesmo, saudades".

Lei Federal 9.605/98 que prevê prisão e multa para abandono e maus-tratos a animais é crime !
Denuncie através da ouvidoria , tire fotos, grave e leve sua denúncia para "OUVIDORIA ( 08005410400 , e-mail ouvidoria@esteio.rs.gov.br) , Brigada Militar ou Polícia Civil (Boletim de Ocorrência )" pela internet www.delegaciaonline.rs.gov.br!
Esteio-RS
#AbandonoéCrime



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RECOLHER ANIMAIS COMUNITÁRIO SEM HISTÓRICO DE MORDEDURA REGISTRADO NA DELEGACIA É CRIME LEI ESTADUAL Nº 13.193/09 Art. 3;4.




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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Convênio entre Prefeitura e Ulbra permite atendimento de cavalos

o dia 4 de julho, o Departamento de Bem-Estar Animal da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMA) firmou uma parceria com o Hospital Veterinário da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) em Canoas. O convênio permite realizar atendimentos preventivos e emergenciais em equinos em situações de vulnerabilidade de Esteio, a partir de demandas solicitadas por esteienses através da Ouvidoria (0800-541-0400) e pelo aplicativo Fiscale.vc (disponível para download gratuito nos sistemas Android e IOS nas lojas Google Play e App Store).

Na manhã desta segunda-feira (16), o primeiro animal foi encaminhado para atendimento no Hospital Veterinário. A SMMA foi acionada na última sexta-feira (13), quando moradores solicitaram atendimento a um cavalo abandonado na Vila Boqueirão, que estava com a pata direita traseira quebrada.

De acordo com a médica veterinária residente Roberta Reis, da Ulbra, o animal passará por uma radiografia e um ferreiro será contatado para fazer o casqueamento*, para que o animal sinta-se mais confortável. “Uma operação cirúrgica não poderá ser feita por conta do cavalo já ter adaptado-se a manter-se com a pata lesionada. Tratamentos naturais serão realizados para sua recuperação”, disse. Quando liberado, o animal será encaminhado para a casa de um adotante de Esteio.

As consultas do convênio não têm custos ao Município. A Prefeitura será responsável, somente, a repôr as medicações usadas em cada procedimento. Os atendimentos preventivos são realizados somente nas segundas e quintas-feiras, das 17h30min às 20h30min. Atendimentos emergenciais são realizados a partir das 8h30min. Somente um cavalo será atendido por dia marcado.

É importante ressaltar que a SMMA não recolhe os animais. Os equinos que apresentam riscos de vida são levados para o Hospital e, após curados, retornam para os donos.

A Secretaria abriu um banco de dados de adotantes de cavalos abandonados. Interessados devem entrar em contato com Departamento de Bem-Estar Animal pelo número 3433-8180.


*O casqueamento é um procedimento feito no cascos dos angulados (mais comumente em equinos, equideos e muares) empregado como forma de tratamento e\ou manutenção, prevenindo e curando doenças que possam acometer o animal. Já o ferrageamento é a aplicação de uma lâmina de ferro, ferradura, presa por meio de cravos, na borda da parede do casco, com o objetivo de proteger, curar ou corrigir o aprumo do pé dos equinos.




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terça-feira, 10 de julho de 2018

Redução gradativa de veículos de tração animal é discutida pela Comissão de Saúde

A implementação da Lei 6.268/15, que trata da redução gradativa de veículos de tração animal foi tema de discussão na tarde de hoje (10), na Comissão de Saúde, Meio Ambiente e Assistência Social, integrada pelos vereadores Luiz Duarte (PT), Rute Pereira (MDB) e Mário Couto (PDT), com a participação do Executivo e das Ong´s Grupo de Amigos e Tratadores dos Animais (Gata) e Grupo Esteiense de Proteção aos Animais de Rua (Gepar). 
No encontro, solicitado pela Comissão de Saúde, as Ong´s questionaram a demora para a execução da lei e relataram o recente óbito de cavalo, que viralizou nas redes sociais. Para o representante da Ong Gata, Giovanni Streletcki, faltou a participação efetiva do município no resgate do animal.  Também a representante do Gepar, Dina Vicente, acredita que o atendimento deveria ter chegado com urgência. "É preciso que o prefeito coloque em ação a lei. E a lei assegura a implementação de ações para viabilizar os condutores e seus familiares no mercado de trabalho", disse Streletcki. Além disso, as Ong´s salientaram que o prazo para a implementação total da lei, encerra em 2021. 
Outro ponto questionado foi em relação aos cadastramentos das famílias e o emplacamento dos atuais veículos de tração animal em circulação na cidade. Conforme a secretária de Cidadania, Trabalho e Empreendedorismo, Tatiana Tanara, é preciso fazer um diagnóstico da situação atual. "As pessoas interessadas devem procurar a secretaria para encaminhamento ao mercado de trabalho", assegurou.
O secretário de Segurança e Mobilidade, Roberto Damasceno, afirmou que existe o cadastro dos carroceiros, mas está desatualizado. Além disso, segundo ele, o custo do emplacamento é muito alto para os condutores que vivem de descarte.  Para ele, é preciso fazer uma ação integrada entre as secretarias e de repasse para as ONg´s. "É mais fácil para o Executivo encaminhar os recursos para aplicação de projetos junto às ONG´s", falou,  sugerindo a fusão destas organizações. Damasceno ainda destacou a necessidade de olhar com cuidado a implantação do "cavalo de lata", assunto levantado pelas entidades. "Precisamos ver exemplos de municípios que implantaram, pois geram grandes problemas no trânsito", observou. 
A coordenadora do Bem-Estar Animal da SMMA, Luciane Baretta, informou que a prefeitura está firmando parceria com o Hospital Veterinário da Ulbra, em Canoas,  visando o tratamento gratuito dos equinos, com atendimento duas vezes na semana: segundas e quintas-feiras. "A Ulbra entra com o atendimento e o município com o medicamento", falou, A coordenadora disse que a situação de atendimento esbarra na dificuldade de acesso e à resistência dos proprietários dos animais, já que o transporte do animal precisa ser feito pela prefeitura, o que acaba dificultando tratamento. Já a secretária de Meio Ambiente, Sabrina Reis, alegou o trânsito intenso de carroceiros vizinhos.
A representante da Gepar, Dina Vicente, afirmou que as entidades que tratam da questão animal devem se reunir nos próximos dias para tratar das ações voltadas à causa animal na cidade.
Participaram também o presidente da Câmara, Sandro Severo (PSB), além dos vereadores Leo Dahmer (PT) Rute Pereira (MDB) e Fernanda Fernandes (PP).

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